segunda-feira, 9 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
Os murais em 3D de Eric Grohe
Eric Grohe, é um artista americano, que usa uma técnica conhecida
como Trompe l’oeil, para a criação de
murais em três dimensões e que confundem
e também encantam as pessoas quando vêem seu trabalho pela primeira vez.
Grohe transforma paredes lisas e comuns em verdadeiras obras de
arte e que causam efeitos de ilusão de ótica. Ele usa uma tinta mineral
especial, que possibilita a duração de até um século a seus murais.
Ele começou a carreira profissional como designer gráfico e
ilustrado em Seattle em 1961. Trabalhou com a Universidade de Cambridge, em
arqueologia, ilustrando escavações na França, Grécia, Israel e Inglaterra.
Cada um dos murais feitos pelo artista necessita de um ano ou mais
para serem completados, já que ele conta com ajuda de apenas dois assistentes. Um fato interessante é que eles utilizam o
Google Earth para conferir se as sombras dos murais ficaram realistas.
O americano também foi uma das grandes influências para o trabalho do artista brasileiro Eduardo Kobra, além de ser possível perceber características semelhantes no trabalho de ambos em relação à riqueza dos detalhes em seus murais.
O americano também foi uma das grandes influências para o trabalho do artista brasileiro Eduardo Kobra, além de ser possível perceber características semelhantes no trabalho de ambos em relação à riqueza dos detalhes em seus murais.
![]() |
| Projeto 55 Diamond Court em Massillon, Ohio antes do inicio da produção da obra! |
![]() |
Projeto 55 Diamound Court após a finalização da obra!Karina Costa |
sábado, 7 de junho de 2014
A importância das fontes para produção e publicação das noticias
É fundamental a
necessidade da sociedade se manifestar e para que isso ocorra existem agentes, que
fornecem informações e que servem de matéria-prima para os jornais na produção
e publicação das noticias. Estes agentes são caracterizados no jornalismo como
fontes.
As fontes de
informação são qualquer tipo de pessoa ou entidade com aptidão para produzir,
fatos ou serviços que sirvam de influência para a sociedade. Elas são de total
responsabilidade e propriedade do jornalista. Cabe a ele com habilidade,
paciência e compreensão criar um clima de confiança para que possa através da
fonte, conseguir material de qualidade para a produção da matéria.
Para a escolha
de uma fonte, o jornalista deve levar em consideração diversos fatores, porém
os principais são os de autoridade, produtividade e credibilidade.
A autoridade da
fonte é um critério essencial, pois é uma tendência geral dos jornalistas, preferirem
informações deste tipo de fonte, por presumirem que as informações que elas
irão transmitir são mais confiáveis além de suas ações e opiniões serem
oficiais.
A produtividade
está ligada a capacidade de a fonte fornecer materiais suficientes para
produção da noticia, permitindo que os jornalistas, não tenham que recorrer a
outras fontes para complementar dados ou elementos necessários.
O fator de
credibilidade está relacionado ao ponto de vista do jornalista, que ao avaliar
a credibilidade da fonte, pode a partir disto, avaliar a credibilidade da
informação fornecida por ela.
É preciso que o
jornalista tenha consciência da importância do papel das fontes que hoje não
apenas fornecem conteúdo para produção da noticia, mas que também participam
dela. Ele precisa respeitá-la, mas não se submeter a elas ou desfrutar de sua
intimidade.
Karina Costa
sexta-feira, 6 de junho de 2014
PARTICIPEM DA 6º EDIÇÃO DO PRÊMIO CBN DE JORNALISMO UNIVERSITÁRIO!!!
As inscrições vão até o dia
27 de junho, e são feitas através do site: http://cbn.globoradio.globo.com/premio-cbn-2014/inscricao/.
O tema dessa edição é: “Bem aqui do meu lado, alguma coisa está fora da ordem”. Tema incrível,
não? Ótimo para ter grandes ideias e se indignar com o que acontece no seu
bairro, na sua cidade, no seu estado, no seu país ou no mundo.
Os trabalhos podem ser feitos
individualmente ou em grupo. O vencedor terá direito a um troféu, um iPad, e o
mais incrível e maravilhoso: passar três dias visitando a CBN, e conhecer como
tudo funciona em uma rádio que toca notícia 24 horas. Além é claro, do
certificado de participação. Os que ficarem em segundo e terceiro lugar, também
receberão certificados, além do trabalho ser veiculado na rádio.
NÃO PERCAM ESTUDANTES DE
JORNALISMO! A divulgação do resultado acontece no dia 1º de outubro de 2014.
Luna Oliva
quinta-feira, 5 de junho de 2014
JORNALISTA DESDE CEDO
Thiago Rodrigues de
12 anos vive no município de Santa Quitéria, interior do Ceará e é um
jornalista. Isso mesmo! O garoto, apesar da pouca idade já é considerado um
profissional da comunicação, e muito prestigiado!
O menino é o criador
do Portal A Voz de Santa Quitéria (http://www.avozdesantaquiteria.com.br/), onde publica notícias de sua cidade. As
informações chegam por meio da própria população, que pede que ele redija
matérias em seu site.
O site, a princípio
era um blog e hoje já conta com mais de um milhão de visitantes!
Esse garoto é uma
grande inspiração e exemplo a todos que querem seguir carreira na área de
jornalismo.
Abaixo temos o link
de uma entrevista com Thiago. Ele é incrível! Fala com tanta propriedade, além
de demonstrar estar sempre muito bem informado sobre diversos assuntos,
principalmente naqueles que dizem respeito a sua cidade.
Amanda Oliveira
quarta-feira, 4 de junho de 2014
A HORA DO BRASIL, A PRIMEIRA INICIATIVA DE USAR O RÁDIO PARA FINS POLÍTICOS!!!
A Hora do Brasil foi um
programa de rádio criado por Armando Campos, em 22 de julho de 1935, durante o
governo de Getúlio Vargas.
O programa era usado por
Vargas, que falava diretamente com o povo, como se fosse um "pai".
Durante a transmissão eram anunciadas obras do governo, futuros projetos e
divulgavam sambas para exaltar o presidente. A Hora do Brasil era transmitida
diariamente por todas as estações de rádio, e divulgava os principais
acontecimentos da vida nacional.
A Hora do Brasil cumpria
três finalidades: informativa, cultural e cívica. Informava detalhadamente
sobre os atos de Getúlio Vargas e as realizações do Estado, incluía uma
programação cultural que pretendia incentivar o gosto pela "boa
música", através da transmissão de cantores considerados ilustres na
época. A música brasileira era muito privilegiada. Fazia-se também comentários
sobre a arte popular, em suas mais variadas expressões regionais, e descrevia-se
pontos turísticos do Brasil. Quanto à parte cívica, eram feitas
"recordações do passado", onde se exaltavam os feitos da
nacionalidade. Nas peças de radioteatro, eram mostrados dramas históricos, como
a abolição da escravatura e a proclamação da República.
Em 06 de setembro de 1946 a
Hora do Brasil passa a ser chamar A Voz do Brasil, como é conhecida até hoje. A
Voz do Brasil é produzida atualmente pela Empresa Brasileira de Comunicação
(EBC), e vai ao ar de segunda à sexta, das 19h às 21h.
Luna Oliva
terça-feira, 3 de junho de 2014
THE YELLOW KID
The Yellow Kid (O Menino
Amarelo) era o nome mais conhecido de Mickey Dugan, personagem principal de
Hogan’s Alley, a primeira tira em quadrinhos do mundo. Apareceu primeiramente
na revista Truth, entre 1894 e 1895.
A tira era desenhada
por Richard Felton Outcault e estreou oficialmente no jornal New York World de Joseph
Pulitzer, em 17 de fevereiro de 1895, em preto e branco. Em 05 de maio deste
mesmo ano, passou a ser impressa em cores, aliás, essa é uma curiosidade da
tira; além de ser provavelmente a primeira história em quadrinhos, foi uma das
primeiras e ser impressa em cores.
Yellow Kid era uma
criança careca, com feições de chinês, dentuça, apenas dois dentes na boca, com
um sorriso debochado e que usava uma enorme camisola amarela, que quase sempre
aparecia estampada com frases sarcásticas e linguagem vulgar. Com o tempo, a
tira ganhou personagens secundários e tinha o objetivo de retratar as tensões
da cidade de Nova Iorque.
O personagem vivia
nas ruelas do “gueto” rodeado de crianças que também falavam por meio de gírias
e linguagem grosseira.
Foi na tira de Yellow
Kid que se usou pela primeira vez balões para mostrar a fala dos personagens,
apesar de o garoto somente se comunicar pelos escritos em seu camisolão.
Em 1896, Outcault foi
“roubado” por William Randolph Hearst. Este era dono do New York Journal e
contratou o autor da tirinha oferecendo um salário bem maior do que o que
recebia no New York World.
Na mesma época,
Pulitzer contratou George Luks para continuar a desenhar a Hogan’s Alley. E
assim iniciou-se uma guerra: dois jornais publicavam o mesmo personagem e
competiam um com o outro.
Depois desse
ocorrido, as publicações de Yellow Kid cessaram subitamente em 1898. Seu último
aparecimento foi no dia 23 de janeiro de 1898 em uma tira sobre um tônico
capilar.
Amanda Oliveira
Assinar:
Postagens (Atom)










